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Grande Colisor de Hádrons recebe maior atualização até agora, abrindo caminho para nova física

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Grande Colisor de Hádrons recebe maior atualização até agora, abrindo caminho para nova física
Photo: Indra Projects · Unsplash
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O Grande Colisor de Hádrons (LHC) no CERN está passando por sua atualização mais significativa até agora, um projeto conhecido como LHC de Alta Luminosidade (HiLumi). Esta atualização visa aumentar drasticamente o número de colisões de partículas, permitindo que os cientistas estudem o bóson de Higgs com detalhes sem precedentes e potencialmente descubram nova física além do Modelo Padrão.

A atualização afetará a comunidade global de física, pois o LHC aprimorado produzirá 10 vezes mais dados do que sua capacidade atual. Isso significa que os pesquisadores terão um conjunto de dados muito maior para analisar, aumentando as chances de observar fenômenos raros ou desvios das previsões teóricas. O projeto deve ser concluído até 2029, após o qual o colisor operará com luminosidade mais alta por cerca de uma década.

Por que isso é importante é que o bóson de Higgs, descoberto em 2012, continua sendo uma das partículas mais misteriosas. Ao estudar suas propriedades com mais precisão, os cientistas esperam responder a perguntas fundamentais sobre massa, a natureza da matéria escura e a estabilidade do universo. A atualização também pode revelar novas partículas ou forças que revolucionariam nossa compreensão da física.

Números específicos da fonte indicam que a atualização aumentará a taxa de colisão de 1 bilhão para 5 bilhões por segundo. O LHC já foi desligado para manutenção e atualizações, com a fase HiLumi programada para começar após 2029. O projeto envolve a instalação de novos ímãs, tubos de feixe e outros componentes para lidar com a maior intensidade.

Contexto: O LHC começou a operar em 2008 e foi responsável por grandes descobertas, incluindo o bóson de Higgs. Atualizações anteriores aumentaram sua energia e luminosidade, mas o HiLumi representa a reforma mais ambiciosa. O desligamento atual, que começou em 2018, faz parte de um plano de longo prazo para estender a vida útil do colisor até a década de 2030.

Próximos passos incluem testar os novos componentes e aumentar gradualmente até a luminosidade total. Uma vez operacional, o LHC HiLumi funcionará por cerca de 10 anos, coletando dados que podem confirmar ou desafiar o Modelo Padrão. Se anomalias forem encontradas, elas podem apontar o caminho para uma nova teoria da física.

Fontes

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